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FAQ

Prêmio SEBRAE Educação Empreendedora (PSEE)

O Prêmio é uma realização do SEBRAE, com o apoio técnico da FNQ, dirigido a reitores, diretores, coordenadores, professores, secretários de educação municipal, estadual e outros profissionais envolvidos com o ensino formal (fundamental, médio, profissional e superior), atuando de forma individual ou constituídos em equipes de no máximo 5 (cinco) integrantes, que realizem ações - iniciativas, atividades, projetos, programas, cursos etc. - para despertar, estimular ou desenvolver nos alunos características, comportamentos ou competências para empreender.

O Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora (PSEE) visa a inspirar, ampliar, promover e disseminar uma educação empreendedora em instituições de ensino do país, bem como identificar, reconhecer e divulgar suas melhores práticas no Brasil.

O realizador é o SEBRAE, com o apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

É dirigido a reitores, diretores, coordenadores, professores, secretários de educação municipal, estadual e outros profissionais envolvidos com o ensino formal, que realizem ações - iniciativas, atividades, projetos, programas, cursos etc. - para despertar, estimular ou desenvolver nos alunos características, comportamentos ou competências para o exercício de atividades empreendedoras.

O Prêmio possui 4 categorias: ensino fundamental, ensino médio, ensino profissional e ensino superior.

Não, a participação é gratuita.

Inscrição consiste unicamente em preencher o cadastro no Sistema do Prêmio, demonstrando interesse em participar. Candidatura, por sua vez, pressupõe o envio do relato e preenchimento da autoavaliação da gestão do Caso, conforme estabelece o regulamento.

Nesse caso, pode ser inserido o CNPJ da associação de pais ou da prefeitura local.

I – Ensino Fundamental: Caso sendo realizado junto a alunos de instituições de ensino fundamental, que atuem na formação básica do cidadão, de acordo com o artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) no Brasil e com a lei 13.415 de 2017, reconhecidas pelo Ministério da Educação, que estejam estabelecidas formalmente há, no mínimo, um ano. (data de abertura igual ou anterior a 01/10/2017, conforme consta no CNPJ);

II – Ensino Médio: Caso sendo realizado junto a alunos de instituições de ensino médio que atuem na última etapa da formação básica do cidadão, de acordo com o artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) no Brasil e com a lei 13.415 de 2017, reconhecidas pelo Ministério da Educação, que estejam estabelecidas formalmente há, no mínimo, um ano. (data de abertura igual ou anterior a 01/10/2017, conforme consta no CNPJ);

III – Ensino Profissional: Caso sendo realizado junto a alunos de instituições de ensino técnico profissional e tecnológico de nível médio para o cidadão, de acordo com o artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) no Brasil e lei 11.741 de 2008, reconhecidas pelo Ministério da Educação, que estejam estabelecidas formalmente há, no mínimo, um ano. (data de abertura igual ou anterior a 01/10/2017, conforme consta no CNPJ);

IV – Ensino Superior: Caso sendo realizado junto a alunos de instituições de ensino superior que atuem na formação profissional de nível superior para o cidadão, de acordo com o artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) no Brasil e com a lei 13.168 de 2015, reconhecidas pelo Ministério da Educação, que estejam estabelecidas formalmente há, no mínimo, um ano. (data de abertura igual ou anterior a 01/10/2017, conforme consta no CNPJ);

Professores, coordenadores, diretores, reitores, secretários de ensino municipal e estadual e outros profissionais ligados ao ensino formal.

De 1 de janeiro de 2019 a 26 de abril de 2019. Ver Regulamento.

Deve-se preencher completamente o cadastro no site educacaoempreededora.sebrae.com.br, responder todas as perguntas da autoavaliação da gestão do caso, fazer o upload de até 5 arquivos (fotos, vídeos ou documentos que comprovem o Caso, não obrigatório) e inserir o relato do Caso, conforme padrões estabelecidos no Regulamento.

Sim, os Casos devem estar vigentes em instituições de ensino. Não serão aceitos Casos antigos ou que ainda não tenham sido implementados, ou desvinculados de instituições de ensino.

Sim, porém é necessário enviar também as autorizações de uso de imagem, caso os alunos sejam menores de idade. Esse termo consta no regulamento, anexo IV. Caso não tenha tal autorização, será necessário ocultar o rosto das crianças nos materiais enviados.

Tudo o que for necessário para realizar a ação: pessoas, capital, equipamento etc.

Sim. No entanto, nos casos em que os responsáveis sejam secretários de ensino municipal ou estadual, esse vínculo pode ser indireto.

Não, os Casos devem estar vigentes. Não serão aceitos Casos antigos ou que ainda não tenham sido implementados, ou desvinculados a instituições de ensino.

Não, apenas Casos acontecendo em instituições de ensino formal e reconhecidas pelo MEC são aceitos.

Sim, desde que formalmente estabelecidas e reconhecidas pelo MEC.

Não, apenas instituições de ensino formal são aceitas.

Sim, exceto o SEBRAE, e desde que a instituição possua atividades de ensino formal reconhecidas pelo MEC como tal.

Não, a data de abertura formal da instituição deve ser anterior a 1/07/2017.

O idealizador ou responsáveis pelo Caso. O foco não é a instituição de ensino em si, ou seus dirigentes, a menos que esses sejam os responsáveis pelo Caso.

Até 5(cinco) pessoas no máximo.

Sim, no mínimo 32 (trinta e duas) linhas (2160 caracteres) a no máximo 72 (sete e duas) linhas (4320 caracteres), incluindo o título, se houver.

O mínimo é 32 (trinta e duas) linhas (2160 caracteres).

O máximo é 72 (sete e duas) linhas (4320 caracteres), incluindo o título, se houver.

Sim, até 5 arquivos (vídeos, panfletos, folders etc.), nos formatos aceitos pelo Sistema do Prêmio: mpeg, jpg e pdf.

Não, isso é opcional.

Até 5 arquivos no máximo, independentemente de estarem nos formatos: mpeg, jpg ou pdf.

Mpeg, Jpg ou pdf.

Sim, os Casos que não tiverem a autoavaliação completamente respondida serão desconsiderados.

10 perguntas.

A demonstração da utilização das Características do Comportamento Empreendedor, utilizadas no EMPRETEC, na concepção da ação e/ou em seu desenvolvimento junto aos alunos.

A adoção de práticas alinhadas aos Fundamentos de Excelência do MEG da FNQ.

Uma instituição de ensino – CNPJ - poderá concorrer em todas as categorias e não há limite de inscrições de Casos.

Avaliadores voluntários devidamente capacitados e aprovados, com as competências desejadas para tal, definidas pelos realizadores e conforme consta no Manual do Avaliador.

A Comissão Julgadora, compostas por juízes isentos, com conhecimentos sobre educação empreendedora e representantes das instituições promotoras do Prêmio (SEBRAE e FNQ).

Não, a decisão da Comissão Julgadora é soberana.

4 Casos por UF, um de cada categoria, se houver. No país, no máximo 108 Casos.

Sim, o Sistema do Prêmio classifica todos os Casos vencedores estaduais da categoria por ordem de pontuação. Os 3 melhores pontuados de cada categoria são reconhecidos com os troféus ouro, prata e bronze. (máximo 60 Casos).

Não, apenas os que ficarem entre os classificados para a Etapa Regional. No máximo 60 Casos, 3 de cada categoria (ouro, prata e bronze) de cada uma das 5 regiões do país (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste).

Em Brasília.

Em agosto de 2019.

Os 60 Casos recebem o certificado de finalista.

12 Casos: ouro, prata e bronze nas 4 categorias. São definidos pela Comissão Julgadora Nacional, dentre os 20 que se destacaram na etapa regional.

Até 2 representantes dos Casos que participam da Etapa Regional (60 Casos).

Troféu/certificado ouro para o 1º lugar de cada categoria.

Não há uma premiação específica. Servem de finalistas para a Etapa Nacional.

Troféu ouro, prata e bronze, para os 3 primeiros colocados de cada categoria e participação da Cerimônia em Brasília (até 2 representantes por Caso). Além disso, a participação em evento de visibilidade nacional para apresentação do Caso, bem como em uma Missão Técnica Nacional.

Não, apenas os prêmios previstos no regulamento.

Sim, os participantes da Etapa Nacional poderão ser contatados pelo Gestor Nacional da FNQ, para fornecer documentos, evidências ou informações adicionais sobre seus relatos ou autoavaliações.

Complementando as perguntas 13 e 17, acima, além da necessidade de os Casos estarem vinculados a instituições de ensino é preciso que estejam vigentes. Não serão aceitos Casos antigos ou que ainda não tenham sido implementados, ou desvinculados de instituições de ensino. Além disso, o artigo 9, § 3º do regulamento do Prêmio estabelece que se os fatos informados no Caso – relato e gestão - não puderem ser comprovados, a participação será desconsiderada.

A capacitação dos avaliadores é realizada por EAD e já está disponível. Há um tutorial com as explicações de como fazer a inscrição. Esse arquivo pode (e deve) ser enviado a todos aqueles que quiserem fazer a capacitação e pode ser encontrado no espaço do gestor juntamente com os demais documentos do Prêmio.

Sim. No tutorial há o caminho para obtenção do certificado para aqueles que passarem no teste. Esse é gerado automaticamente pelo sistema.

Após terem realizado e sido aprovados no EAD de capacitação, disponível na plataforma da FNQ, os avaliadores poderão ser designados pelo gestor estadual para avaliar os Casos da UF. Para isso, eles deverão utilizar o login e a senha que lhe serão encaminhados pelo gestor.

O ideal é que sejam pessoas com curso superior (pedagogia, psicologia, administração, por exemplo), familiarizadas com processos de avaliação (MPE Brasil, Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios etc.), bem como conhecer sobre processos de ensino. E desejável ainda que conheçam as Características do Comportamento Empreendedor utilizadas pelo EMPRETEC. Para saber mais sobre os conhecimentos, as habilidades e as atitudes desejáveis, favor verificar itens 5.5 e 5.6, a partir da página 23, do Manual do Gestor.

Sugere-se que cada avaliador leia até 10 relatos. Portanto, esse número dependerá da quantidade de Casos inscritos no estado em cada ciclo.

Recomenda-se um mínimo 2 e no máximo 3 avaliadores por Caso.

Não há um limite estabelecido, sugere-se até 10 casos por avaliador para não sobrecarregar o voluntário.

A orientação é que sejam utilizados voluntários para avaliar os Casos do Prêmio.

Por uma questão legal, deve-se utilizar apenas uma modalidade. Se forem voluntários, que todos assim o sejam. E se forem contratados, a regra é a mesma.

A orientação é que o candidato(a) leia atentamente o regulamento para poder escrever seu Caso e submeter a sua candidatura ao Prêmio.

Para evitar avaliações tendenciosas, os avaliadores não podem avaliar Casos que tenham tido relação. Esses são regidos por um código de ética que, sendo seguido, garante a lisura do processo.

Como o Prêmio é dirigido para o responsável pela iniciativa, basta cadastrar o nome do secretário e de sua equipe, se houver, assinalando se ação realizada foi destinada/aconteceu em escola pública ou privada. Se em ambas, assinale aquela opção na qual a iniciativa teve mais relevância/impacto. Utilize o relato para detalhar sobre a abrangência da iniciativa.